3.5.07
2.5.07
Chico Buarque
Obrigado a quem me faz sorrir, a quem se preocupa, a quem me 'obriga' a ser feliz, a que me faz olhar a vida com optimismo, a quem tem um ombro mais que amigo quando quero desabafar, a quem até, por vezes, chega a provocar-me frio no estômago. Só é pena uma coisa. Mas isso agora não interessa nada. Como já disse uma vez, a palavra impossível não consta do meu dicionário.
1.5.07
Monty Python - Argument Clinic
É grande, mas vale bem a pena. Simplesmente brilhante, delicioso e outros adjectivos jeitosos.
30.4.07
29.4.07
28.4.07
Bjork - Play Dead
Ai que nunca mais sai a nova relíquia da menina. Ainda vou ter uma crise de ansiedade.
O baixo é do Luís Jardim.
27.4.07
Gosto muito da expressão 'irra'. Recordações da minha professora da escola primária, a Dona Ema. Que, tirando os valentes calduços, era cinco estrelas. Ainda hoje tenho saudades dela. Aliás, tenho saudades de quase tudo desse tempo. Quase. Até das coloridas botas Colibri e do intragável chocolate em pó Milo.
A tradução dos títulos dos filmes também é fraquinha, mas isso é outra história. Os brasileiros, nesse aspecto, batem-nos aos pontos. Basta dizer que lá "O Padrinho" foi alterado para "O poderoso chefão".
O Eusébio foi internado, e ainda bem que está recuperado, o pai do Vieira morreu. O que o Benfica faz para desviar as atenções do derby... Mais valia falarem dos árbitros. Sempre me divirto mais a ouvir o presidente a (não) conjugar tempos verbais e a debitar estupidez boca fora. Aposto que fez escola quando estava à frente do Alverca e era amiguinho do peito do Pinto da Costa. Sim, que a estupidez pega-se. Continuasse de braço dado com ele e aposto que hoje já namorava uma brasileira de alterne. Perdão, agente imobiliária. Ou duas.
26.4.07
The Big Lebowski
Este é um dos meus filmes favoritos. Primeiro, porque é dos irmãos Coen, brilhantes desde Blood Simple, muito melhor que Fargo, digo eu. Depois, porque junta no elenco uma série de actores que me fazem adorar cinema. John Turturro, Jeff Daniels, o genial (e pouco reconhecido) Steve Buscemi, John Goodman (the fucking jewish guy), Phillipe Seymour Hoffman (que protagonizou Hapiness, outra preciosidade, e ninguém lhe ligou nenhuma)... Fantástico, só isso. Fantástico.
Smashing Pumpkins - Landslide
O som não está grande coisa mas deve dar para perceber o quão bonito é isto. A canção está escondida num álbum chamado Piscies Iscariot, que tem outras preciosidades bem interessantes como a versão de "Girl Named Sandoz", dos The Animals. Esses mesmos senhores que hoje devem ter 140 anos mas que na década de 60 do século passado fizeram um sucesso jeitosinho.
25.4.07
24.4.07
Recordações de um tempo bom, de loucuras boas com gente boa. Que pena tenho eu de nunca os ter visto ao vivo. Ao Pixies, que aos companheiros de então vou vendo muito de vez em quando, o suficiente para juntos matarmos saudades e contarmos os (poucos) cabelos brancos que nos vão teimosamente nascendo enquanto recordamos como nos sabia bem sermos felizes naquela altura.
Natalie Portman
E por falar em doçura... Era de lhe fazer festinhas na barriga e miminhos na testa. Só.
23.4.07
22.4.07
Portishead
É tão bom acordar e ouvir isto mal se desperta os sentidos. Fica-se logo bem disposto para o resto do dia. Até o regresso do Portas passa para segundo plano.
Outro exemplo de como os Radiohead servem de banda sonora a algo, vá lá, pasteloso e de gosto questionável. Bullet Proof... I Wish I Was, assim se intitula a canção. Quem nunca a ouviu, merece, e estou a ser brando, ser despedido sem justa causa na semana que vem e não arranjar um emprego decente nos próximos seis anos e meio. Ou então apanhar uma infecção urinária. Pronto, uma crise de hipertensão será castigo suficiente.
21.4.07
20.4.07
Pulp - Something Changed
Acho que já antes postei esta pérola dos Pulp. Como não me apetece procurar nos arquivos, cá vai novamente. Merece.
Radiohead - Let Down
Eis uma canção que me sabe bem ouvir de vez em quando. Tão simples, mas tão bem feita. Digo eu, que percebo tanto de música como o José Sócrates entende de engenharia civil.
19.4.07
18.4.07
15.4.07
14.4.07
13.4.07
12.4.07
8.4.07

O que gostava de enfiar um cacto pelo traseiro deste senhor. Ou um pinheiro. Soltar-lhe uma matilha de cadelas pittbull com o cio também não seria má ideia. Mas o melhor, e mais seguro, era cuspir-lhe na cara. O tipo ainda podia gostar do resto e quem ficava mal era eu. E aquela pêra a escorrer gosma deve dar uma imagem bonita. Atrasado mental...
3.4.07
1.4.07
29.3.07
28.3.07
27.3.07
É por isso que eu digo que somos um país engraçado. Para não chorar e corar de vergonha.
26.3.07
Arcade Fire - Une Annee Sans Lumiere
Os moços parece que também são bons ao vivo. Pena que este ano apenas vão tocar a Lisboa. Até estes pequenos prazeres a capital nos rouba.
25.3.07
23.3.07
20.3.07
19.3.07
Jeff Buckley morreu há 10 anos. Afogado. Editou apenas um álbum, Grace, que é tão bom, tão bom que vale por 50. Os seus originais são esplêndidos. A versão que fez de Hallelujah, de Leonard Cohen, majestosa. Por um lado, ainda bem que o homem foi desta para melhor. Não que lhe desejasse algum mal, pelo contrário. Mas se continuava por aí a lançar obras de igual ou superior qualidade à que deixou ainda me provocava agudas contracções cardíacas motivadas pela audição contínua de algo simplesmente divinal. E o meu coração já não é o que era.
18.3.07
17.3.07
15.3.07

Não, este tipo não é o Simão Sabrosa. É um dos personagens da mais brilhante série britânica dos últimos tempos. Chama-se Little Britain, a dita, e é simplesmente imperdível. Estas pérolas comprovam-no.
PS: a menina vai chamar-se Andreia Elisabete, nome de travesti barato.
14.3.07
13.3.07
Björk - It's Oh So Quiet
O vídeo é excelente, a canção é melhor, a orquestração superior. Lindo!!!
Eu sei que sou chato. Mas paciência...
Reconheço que estou a ser lamechas, mas paciência. Isto é bonito e não se vê todos os dias.
12.3.07
Björk
E agora que o YouTube me permite postar outra vez, deixo aqui outra menina que me faz sentir a modos que estupidamente feliz.
Volver - Estrella Morente - Penélope Cruz
Cá vai a menina...Não é a Penélope, é a outra, a Estrella.

11.3.07
Hoje, a ETA continua moribunda. Nunca os apoiei, mas reconheço legitimidade aos que lutam nas ruas pela independência do País Basco. Sem sangue. Pelos menos lutam por aquilo em que acreditam. Coisa que os portugueses deixaram de fazer há muito.
10.3.07
8.3.07

Que Garcia Pereira defende num dia os pobres e os desgraçados explorados pelo capitalismo selvagem e no outro está na Madeira a tentar safar os assuntos judiciais de Alberto João Jardim já eu sabia. Agora, que o Arnaldo de Matos é o advogado do ex-presidente da Câmara da Ponta do Sol condenado por corrupção fiquei a saber há pouco. Quer isto dizer que o Grande Educador do Povo, como o próprio Arnaldo se auto-proclamava no quente e entusiasmante PREC, está rendido a ganhar uns cobres à custa de um cacique autárquico e que o delfim e sucessor faz o mesmo mas com o maior trauliteiro da nossa praça. Que é feito dos velhos ideiais que em 1975 bradavam eles em nome do MRPP? Realmente, deste partido só saíram figuras tristes, excepção feita à Maria José Morgado. Basta ver onde começou Durão Barroso... O curioso é imaginar o que teria sido de Portugal se tivesse sido governado por estes maoístas da treta, que à primeira oportunidade estão colados ao que de mais podre existe na política cá do burgo. O dinheiro fala sempre mais alto, é o que é. O que lhes cai nos bolsos, não o que sai dos bolsos do povo.
7.3.07
- Chegar a casa e não ouvir a estimulante pergunta: "Então, como foi o teu dia?". Ou seja, a expressão mágica que permite perceber o estado lastimoso da relação de um casal que nada mais tem para dizer ao fim de horas a fio de forçada separação.
- Empilhar jornais sem ouvir uma reprimenda.
- Ter tempo para organizar arquivos sem estar pressionado por ter que ir jantar aos sogros.
- Ignorar a outra parte sem que a outra parte pergunte logo o que se passa e ameace com uma crise de choro convulsivo.
- Poder ler a Maxmen à vontade em qualquer divisão da casa.
- Ouvir a música que quero, quando quero, à altura que quero.
- Dormir na sala sem que isso signifique que houve discussão antes.
- Não ter que ouvir a desconcertante resposta "não foi nada", a que mais solenemente me irrita numa mulher.
- Saber que ninguém altera a disposição das minhas coisas sem pedir autorização.
- Ver filmes até às tantas da manhã sem um corpo dormente ao meu lado e ainda por cima com a cabeça a pesar-me no ombro.
- Fazer experiências gastronómicas sem sujeitar outrem às minhas vergonhas culinárias.
- Jogar Championship Manager mais de duas horas seguidas em dias de chuva e frio. E de sol, quando me apetece.
- Mexer-me na cama sem receber pontapés em troca.
- Falar de gajas e futebol à vontade.
- E outras mais que agora não me lembro mas que cada vez mais justificam que o divórcio só me deu alegrias.
3.3.07
Se for Wagner também aceito, embora com a certeza de que partirei menos feliz um bocadinho.


